Financiamento de motocicleta é a aquisição com pagamento parcelado por meio de instituição financeira, geralmente com o próprio veículo em garantia.
Custo total, não parcela
A comparação relevante é o valor total pago ao fim do contrato, não o valor da parcela. Prazo maior reduz a parcela e aumenta bastante o custo final.
Taxa efetiva
Além dos juros, há tarifas, seguros e encargos que compõem o custo real. A taxa efetiva total é o número a comparar entre propostas.
Entrada reduz o custo
Valor maior de entrada diminui o montante financiado e os juros incidentes. É a variável de maior efeito sobre o custo total.
Alienação fiduciária
Enquanto houver saldo, a instituição é proprietária e há gravame no documento. O veículo não pode ser transferido antes da quitação.
Quitação antecipada
É direito do consumidor, com redução proporcional dos juros. Vale consultar o saldo devedor antes de assumir que o valor é a soma das parcelas restantes.
Baixa do gravame
Após a quitação, a instituição deve providenciar a baixa. Só depois disso o veículo pode ser transferido — e atraso nessa etapa é comum.
Inadimplência
Com garantia sobre o veículo, o atraso pode levar à busca e apreensão. É risco maior que em outras modalidades de crédito.
Seguro no financiamento
Alguns contratos incluem seguros embutidos, que compõem o custo. Verificar o que está incluído e se é opcional é parte da análise.
Compare propostas
Instituições oferecem condições bem diferentes para o mesmo perfil. Comparar a taxa efetiva total entre pelo menos três propostas costuma render economia relevante.
Considere o custo de manutenção
Parcela que consome toda a capacidade financeira deixa o proprietário sem recurso para manutenção. Moto financiada e sem manutenção deprecia rápido — e o prejuízo é duplo.
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