Giro de serviços é a quantidade de serviços concluídos e entregues em determinado período. Mede o ritmo efetivo da oficina, diferente do número de motos que entraram.
Entrada não é entrega
Oficina pode receber muitas motos e entregar poucas, acumulando trabalho em andamento. O indicador de entrada engana; o de entrega mostra a realidade.
Trabalho em andamento acumulado
Quando as entradas superam as entregas por várias semanas, o pátio enche e o ciclo se alonga. É um sinal de alerta que aparece antes da reclamação de cliente.
Giro e faturamento
Muitos serviços de valor baixo podem faturar menos que poucos de valor alto. O giro precisa ser lido junto com o ticket médio, nunca isolado.
Composição do giro
Saber quantos serviços são de cada tipo orienta estoque, agenda e capacitação. Oficina que descobre que metade do giro é troca de óleo pode organizar um fluxo específico para isso.
Sazonalidade
Giro varia com o mês, com o clima e com o calendário. Comparar com o mesmo período do ano anterior é mais informativo que comparar com o mês passado.
Limite de capacidade
Giro que para de crescer mesmo com demanda indica que a capacidade foi atingida. Aí a decisão é entre ampliar estrutura, reduzir ciclo ou selecionar serviços mais rentáveis.
Reduzir ciclo aumenta giro
Antes de contratar, vale verificar quanto do ciclo é espera. Destravar aprovação e peça costuma aumentar o giro sem custo adicional nenhum.
Meça semanalmente
Acompanhamento mensal detecta o problema tarde. Contagem semanal, dentro da rotina de gestão, permite agir enquanto o acúmulo ainda é pequeno.
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