Vício do serviço é o defeito que torna o serviço impróprio para o fim contratado ou que reduz seu valor, conforme a legislação de consumo.
Serviço que não resolve
Reparo executado e problema que persiste é a situação mais comum. Pode caracterizar vício, com consequências previstas.
Prazo para reclamar
A legislação estabelece prazos que variam conforme o vício seja aparente ou oculto. Conhecer os prazos aplicáveis evita negativa indevida.
Opções do consumidor
A lei prevê alternativas — reexecução, restituição ou abatimento — conforme o caso. Não é decisão unilateral da oficina.
Reexecução é a primeira via
Refazer o serviço corretamente costuma ser a saída que preserva a relação e resolve para os dois lados.
Distinga do desgaste
Componente que atinge o fim da vida útil não é vício. Explicar a diferença com evidência é o que sustenta a posição.
Peça do cliente
Quando o cliente fornece o componente, a oficina responde pela instalação. Registrar isso previamente delimita a responsabilidade.
Diagnóstico incorreto
Serviço executado com base em diagnóstico errado é situação delicada. Investigar a fundo antes de orçar reduz muito essa exposição.
Registro é a defesa
Descrição detalhada do serviço, evidências e verificações realizadas. É o que demonstra diligência quando há questionamento.
Conduza bem o atendimento
Cliente que retorna com problema, atendido com prioridade e sem confronto, frequentemente permanece. A condução importa tanto quanto o desfecho técnico.
Ônus da prova
Na relação de consumo, a posição do fornecedor exige demonstração técnica. Documentação detalhada é o que permite fazê-la.
Prazo de solução
A legislação prevê período para a correção antes que o consumidor possa optar por outras alternativas. Conhecê-lo orienta a conduta.
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