Sensor de rotação informa ao módulo a velocidade e a posição angular do virabrequim. É a partir desse sinal que o sistema define o momento da faísca e da injeção.
Sem sinal, não funciona
Falha total do sensor impede o motor de pegar. É uma das causas de moto que gira e não funciona, sem qualquer outro sintoma.
Falha intermitente
Sinal irregular produz falha aleatória, motor que morre em movimento e dificuldade de partida ocasional. É o caso mais difícil de diagnosticar.
Roda fônica
O sensor lê os dentes de uma roda dentada acoplada ao virabrequim. Dente danificado ou sujeira acumulada produz sinal irregular.
Distância de leitura
A folga entre o sensor e a roda precisa estar dentro da especificação. Fora dela, o sinal fica fraco ou inexistente.
Verificação por osciloscópio
A forma de onda revela irregularidade que a medição de resistência não mostra. É onde o instrumento se justifica.
Resistência do sensor
Em sensores indutivos, medir a resistência e comparar com a especificação identifica bobina aberta ou em curto. Teste simples e frequentemente conclusivo.
Conector e fiação
O sensor fica em região exposta a calor e vibração. Conector oxidado e fio rompido produzem o mesmo sintoma do componente com defeito.
Sensor de fase
Alguns motores usam um sensor adicional que informa a posição do comando. Falha nele afeta a sincronização da injeção.
Peça de procedência
Sensor genérico com característica diferente produz sinal que o módulo interpreta incorretamente. É componente em que a origem faz diferença.
Verifique a fiação primeiro
Antes de condenar o sensor, inspecionar conector, fio e aterramento. Boa parte das falhas atribuídas ao componente está no caminho até ele.
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