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Peça em trânsito

Item já comprado e ainda não recebido, que não compõe o saldo disponível mas precisa ser acompanhado.

Peça em trânsito é o item já comprado do fornecedor e ainda não recebido na oficina. Não faz parte do saldo disponível, mas precisa ser acompanhado para evitar compra duplicada e promessa de prazo irreal.

Por que controlar

Sem esse registro, a oficina compra de novo o que já está a caminho, ou promete ao cliente um prazo baseado em peça que ainda não chegou.

Não é saldo disponível

Contar peça em trânsito como estoque produz a pior das situações: o sistema informa disponibilidade, a OS é agendada e a peça não está lá no dia.

Vincule ao pedido

Registrar número do pedido, fornecedor, data prevista e a OS de destino, quando houver, permite cobrar o fornecedor e informar o cliente com precisão.

Acompanhe os atrasos

Item em trânsito há mais tempo que o prazo combinado precisa de cobrança ativa. Sem lista de acompanhamento, o atraso só é descoberto quando o cliente liga perguntando.

Peça encomendada para OS específica

É o caso mais crítico: tem cliente esperando e moto ocupando box. Merece acompanhamento prioritário e comunicação proativa quando o prazo escorregar.

Baixa no recebimento

Ao chegar, a peça sai de trânsito e entra no estoque, com conferência contra o pedido e contra a nota. Pular essa etapa é onde nascem as divergências de saldo.

Compra duplicada

Sem controle de trânsito, duas pessoas podem pedir a mesma peça em dias diferentes. O item chega em dobro, e o excedente costuma ser justamente o de baixo giro que motivou a encomenda.

Cancelamento

Cliente que desiste do serviço deixa a peça encomendada. Definir antecipadamente se ela vai para estoque ou é devolvida evita acúmulo de item sem giro — e a decisão depende do quanto ele gira.

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